Wednesday, March 18, 2026
Eu não me afasto para ensinar. Eu me
afasto porque aprendi a me impor limites. Aprendi que respeito não se
implora,carinho não se mendiga e presença vazia também é ausência.Meu silêncio
não é castigo,é proteção .É o cuidado que nasce quando entendemos que nem todos
sabem ficar sem machucar...
O meu silêncio é para tds vcs que de
alguma maneira só se aproveitaram de mim.
A minha ausência na vida de quem
conspirava será eterna.
Confiança é como uma taça.
Bom dia com Jesus Cristo.
A GENTE VAI EMBORA e fica tudo aí, os planos a longo prazo e as tarefas de casa, as dívidas com o banco, as parcelas do carro novo que a gente comprou pra ter status.
Eles tinham oito e dez anos quando o
mundo que conheciam desapareceu.
Abraham e Chaim Cimerman viviam em
Paris. Eram duas crianças judias como tantas outras, com uma família comum e
uma vida simples. Mas em 1942, a guerra mudou tudo. Sua mãe morreu naquele ano,
deixando o pai, Jankiel Cimerman, sozinho com dois filhos pequenos enquanto a
perseguição aos judeus se tornava cada vez mais feroz.
Em Paris, começaram as prisões em
massa. Famílias eram retiradas de suas casas e levadas, sem retorno. Jankiel
percebeu que permanecer na cidade significava quase certamente a morte para
seus filhos. Precisava encontrar um lugar para escondê-los. E rápido.
Tomou então uma decisão dolorosa:
separou-se deles para salvá-los.
Entrou em contato com uma mulher que
vivia em um pequeno vilarejo na zona rural da França. Chamava-se Yvonne Come.
Não era uma pessoa famosa, nem tinha qualquer posição de destaque. Era uma mãe,
com um filho chamado Régis, e levava uma vida simples. Quando Jankiel lhe pediu
para esconder Abraham e Chaim, Yvonne aceitou.
Era uma escolha que poderia custar
sua vida. As autoridades alemãs puniam severamente quem ajudasse judeus.
Bastava uma denúncia, uma suspeita, uma palavra errada. E, ainda assim, Yvonne
abriu a porta de sua casa para as duas crianças.
No vilarejo, eles não eram os únicos
meninos e meninas judias escondidos. Naqueles anos, várias famílias da região
ofereceram abrigo a crianças vindas de Paris. Yvonne também recebeu outros
pequenos por períodos mais curtos, sempre sob o mesmo risco.
Sua casa se tornou um refúgio
silencioso em meio à guerra.
Régis, seu filho, tinha quase a mesma
idade dos irmãos. Entre eles nasceu uma amizade verdadeira, aquela que surge
entre crianças que compartilham o mesmo medo e a mesma necessidade de
normalidade. Brincavam juntos, cresciam juntos, tentando viver dias o mais
normais possível enquanto a Europa queimava.
Os meses se passaram.
Então, chegou a libertação.
Abraham e Chaim sobreviveram à
guerra. E o laço com Régis não se quebrou. Continuaram a se ver nos anos seguintes,
como amigos que tinham compartilhado algo que ninguém jamais poderia esquecer.
Muitos anos depois, em 11 de
fevereiro de 1992, o memorial de Yad Vashem reconheceu oficialmente Yvonne Come
e seu filho Régis como Justos entre as Nações.
Um título importante, sem dúvida.
Mas a verdade é mais simples.
Em um tempo em que tantos fechavam
suas portas por medo, uma mulher do campo abriu a sua.
E aquela porta salvou vidas.
TERCEIRA IDADE: QUEM DISSE QUE “PANELA VELHA” NÃO PRESTA?
Quantas vezes já ouvimos certos
ditados por aí?
“Panela velha não faz comida boa.”
Mas quem vive a terceira idade sabe
muito bem que isso não passa de um pensamento sem sentido.
Na vida real acontece justamente o
contrário.
As melhores receitas levam tempo,
experiência e prática.
E com as pessoas não é diferente.
A maturidade traz algo que nenhum
atalho da vida consegue dar:
vivência, sabedoria e histórias que
só o tempo constrói.
Por isso vale lembrar algo
importante:
não deixe suas panelas brilharem mais
do que você.
Na terceira idade, o valor não está
apenas no que fazemos,
mas em tudo aquilo que nos tornamos
ao longo da vida.
E quem viveu bastante sabe:
o tempo não diminui ninguém —
ele apenas revela a verdadeira
essência de cada um.
Pe. Abdala Jorge nasceu no dia 19 de julho de
1927, em São João Del Rei, no estado de Minas Gerais. Chegou à Paróquia São
José, no município de Timóteo-MG, no dia 31 de janeiro de 1953, para auxiliar
Mons. Rafael Arcanjo, o primeiro pároco. Foi nomeado Pároco da Paróquia São
José, por Dom Mário Teixeira Gurgel, no dia 09 de janeiro de 1986, e Cooperador
da Região Pastoral III. Foi professor e pároco na Paróquia, e participou
intensamente nos movimentos populares da cidade. Ficou como pároco na Paróquia
São José até o dia 09 de março de 2008. E, por Provisão Uso de Ordem na mesma
Paróquia, foi nomeado no dia 04 de fevereiro de 2009, por Dom Odilon Guimarães
Moreira. Pe. Abdala Jorge faleceu no dia 30 de julho de 2012, no Hospital Vital
Brasil
OBSERVAÇÕES SOBRE UNIÃO ESTÁVEL
Base legal: CONSTITUIÇÃO FEDERAL
(1988), CÓDIGO CIVIL (2003), JURISPRUDÊNCIA DO STF (2010)
1- O primeiro objetivo é garantir o
direito de ser feliz.
2- Direitos e obrigações -
assistência, respeito mútuo, lealdade. A diferença é que não é necessário
conviver no mesmo teto, desde que a relação seja contínua, pública e duradoura.
3- Namorados não tem vínculo
financeiro.
4- Não há prazo para que a união
estável seja caracterizada. Se os companheiros possuem o mesmo endereço já
estão em união estável. Conta bancária conjunta é tipico de casamento e união
estável.
5- O regime de bens de união estável
é o da comunhão parcial de bens, salvo se tiver sido feito (por escrito) um
"pacto de convivência" elegendo a "separação total" - o que
pode constar no próprio contrato de união estável.
6- O não fixar na união estável o
regime de bens (patrimonial), a lei presumirá que se está na comunhão parcial
de bens.
7- Ao terminar a união estável deverá
ser feito (em cartório) um distrato (desfazimento) da união estável. Se houver
filho menor, o rompimento da relação deverá ser feito na justiça - com
obrigação de guarda, visitas e alimentos.
8- Registrar em cartório é
importante.
9- Estado civil: solteiro, casado,
divorciado e viúvo.
10- Em breve o código civil deverá
adotar também a nomenclatura de companheiro ou convivente.
11- Na união estável feita em
cartório a mulher poderá incluir o sobrenome familiar do homem e vice-versa.
12- Bigamia é assunto para o Código
Penal.
13- A união estável permite uma
segunda chance, porque o importante é estar feliz.
14- Portanto o separado de fato pode
sim fazer o contrato de União Estável no Cartório. Não precisa aguardar o
divórcio. Neste contrato, deverá constar a data correta desde quando estão
juntos e mencionar o regime que estão elegendo para vigorar na união estável
ora estabelecida.
15-A existência de casamento prévio
não é impedimento ao reconhecimento da União Estável, pois, se os companheiros,
embora legalmente casados, já estiverem separados judicialmente ou DE FATO,
poderão se unir novamente com outra pessoa e fazerem o contrato
Mulher, aprende uma coisa: silêncio
também é poder.
Nem tudo que você viveu precisa virar
confissão para qualquer homem que aparece com meia dúzia de palavras bonitas.
Contar sua história inteira logo de
cara não é transparência... às vezes é carência querendo ser acolhida.
E tem gente que não abraça ferida…
cutuca.
Expor suas dores para quem ainda não
provou cuidado é como sangrar na frente de tubarões: você entrega sua parte
mais frágil para quem pode usar isso contra você.
Nem todo mundo merece acesso ao que
te quebrou,
A mao que te curou, ao que te
transformou.
Intimidade não é pressa.
Confiança não nasce no primeiro
encontro.
Você não precisa se explicar inteira
para ser amada.
Quem for ficar, vai respeitar seus
silêncios antes mesmo de conhecer suas histórias.
Mulher, aprende uma coisa: silêncio
também é poder.
Nem tudo que você viveu precisa virar
confissão para qualquer homem que aparece com meia dúzia de palavras bonitas.
Contar sua história inteira logo de
cara não é transparência... às vezes é carência querendo ser acolhida.
E tem gente que não abraça ferida…
cutuca.
Expor suas dores para quem ainda não
provou cuidado é como sangrar na frente de tubarões: você entrega sua parte
mais frágil para quem pode usar isso contra você.
Nem todo mundo merece acesso ao que
te quebrou, ao que te curou, ao que te transformou.
Enquanto você mulher não entender que
existem muitas outras coisas pra se viver, além de relacionamento.
Estamos falando de vida, "da sua
vida".
Você ficará refém e escrava das suas
emoções e sentimentos.
Aprenda a ser só, na hora certa o
amor verdadeiro baterá na sua porta.
Alguém que realmente valerá a pena.
Se não for assim você terá que se
contentar com restos. Homens inseguros,
Narcisistas, infiéis, ignorantes
etc...
Não existem homens perfeitos, mas
existem homens que dão o seu melhor numa relação e estes não estão disponíveis
tão fáceis, nem caem de paraquedas no mundo digital.
Cuide-se e deixe que o amor te
encontre... Pare de procurar.
Você tem valor.
Amor é encontro, não uma busca no
Google!
Aurora Zanco
SE AS GRANDES MULHERES DA HISTÓRIA PUDESSEM FALAR COM AS MULHERES DE HOJE…
Imagine por um instante que o tempo
se abrisse…
Que os séculos se encontrassem…
E que mulheres que mudaram o rumo da
história pudessem olhar para o mundo de hoje.
O que elas diriam às mulheres do
nosso tempo?
Talvez ouviríamos Cleópatra, rainha
do Egito há mais de dois mil anos:
"Nunca subestime o poder da sua
inteligência. Impérios temeram minha mente antes de temerem meus
exércitos."
A filósofa Hipátia de Alexandria, do
século V, talvez lembrasse:
"Defendam o conhecimento. Uma
mente livre é uma das maiores forças que uma mulher pode possuir."
Dos campos de batalha da França
medieval, Joana d’Arc diria:
"A coragem nasce quando você
decide lutar por aquilo que acredita."
Nos laboratórios que mudaram a
ciência, Marie Curie talvez aconselhasse:
"Nada na vida deve ser temido…
apenas compreendido."
Dos céus da aviação, Amelia Earhart
poderia dizer:
"O futuro pertence àquelas que
têm coragem de tentar."
Sentada em um ônibus que mudou a
história, Rosa Parks lembraria:
"Às vezes mudar o mundo começa
com um simples gesto de coragem."
A artista mexicana Frida Kahlo talvez
dissesse:
"Transforme suas dores em arte.
Sua história tem valor."
A jovem Malala Yousafzai, símbolo da
educação feminina, diria:
"Um livro e uma caneta podem
mudar o mundo."
Então surge uma voz suave, conhecida
pela humanidade inteira.
Seria Madre Teresa de Calcutá, que
dedicou sua vida aos pobres:
"Nem sempre podemos fazer
grandes coisas… mas podemos fazer pequenas coisas com grande amor."
E talvez Princesa Diana, lembrada
como a princesa do povo, diria:
"A maior força de uma mulher
está na sua capacidade de amar, cuidar e levantar os outros."
Mas a história também ecoa fortemente
aqui no Brasil.
Das batalhas do século XIX surge
Anita Garibaldi, conhecida como a Heroína dos Dois Mundos:
"A coragem de uma mulher pode
mudar o destino de uma nação."
Do coração do Império brasileiro,
Princesa Isabel, que assinou a Lei Áurea em 1888, talvez dissesse:
"A verdadeira grandeza está em
lutar pela liberdade e pela dignidade humana."
E da ciência brasileira do século XX,
a psiquiatra Nise da Silveira lembraria:
"A sensibilidade e a humanidade
também são formas profundas de conhecimento."
E talvez todas essas mulheres,
separadas por séculos, culturas e continentes, concordassem em algo simples e
poderoso:
Que cada mulher carrega dentro de si
uma força capaz de transformar o mundo.
Porque a história da humanidade não
foi escrita apenas por reis, generais ou inventores…
Mas também por mães, cientistas,
artistas, professoras, líderes, cuidadoras e sonhadoras.
Hoje celebramos todas elas.
As que vieram antes…
As que vivem hoje…
E as que ainda nascerão.
Que o futuro continue sendo escrito
por vocês.
SEMANA DA MULHER
A MULHER MADURA tem um jeito todo
especial de ser.
MULHER MADURA não é ventania, ela é
ar em movimento.
Ela possui uma beleza peculiar que
não se iguala a nenhuma outra.
A MULHER MADURA não PEGA, ela TOCA.
A MULHER MADURA não come, ela se
ALIMENTA.
A MULHER MADURA não provoca, ela já é
PROVOCANTE.
A MULHER MADURA não é inteligente,
ela é SÁBIA.
A MULHER MADURA não se insinua, ela
mostra o CAMINHO sutilmente.
A MULHER MADURA não se precipita, ela
espera o momento certo.
A MULHER MADURA não nada, ela NAVEGA.
A MULHER MADURA não voa, ela FLUTUA.
A MULHER MADURA não pensa em
quantidade, ela prefere QUALIDADE.
A MULHER MADURA não vê, ela OBSERVA.
A MULHER MADURA não anda, ela
CAMINHA.
A MULHER MADURA não deita, ela
ADORMECE.
A MULHER MADURA não é pretensiosa,
ela simplesmente se GOSTA.
A MULHER MADURA não julga, ela
ANALISA.
A MULHER MADURA não compara, ela
ASSIMILA.
A MULHER MADURA não consola, ela
ACALENTA.
A MULHER MADURA não acorda, ela
DESPERTA.
A MULHER MADURA não coloca algemas,
ela os deixa LIVRE.
A MULHER MADURA não enfeitiça, ela
ENCANTA.
A MULHER MADURA não é decidida, ela
apenas sabe O QUE QUER.
A MULHER MADURA não é exigente, ela é
SELETIVA.
A MULHER MADURA não se senti velha,
ela se considera EXPERIENTE.
A MULHER MADURA não se lamenta, ela
tenta fazer DIFERENTE.
A MULHER MADURA não tem medo, ela tem
RECEIOS.
A MULHER MADURA não faz juras, ela
deixa por conta do TEMPO.
A MULHER MADURA não tira conclusões,
ela faz SUPOSIÇÕES.
A MULHER MADURA “não desce do salto”,
ela tem “JOGO DE CINTURA”.
A MULHER MADURA não brilha, ela é
ILUMINADA.
A MULHER MADURA não dá tchau, ela
ACENA.
A MULHER MADURA não gosta de ser
vigiada, ela prefere ser ESCOLTADA.
A MULHER MADURA não é moderna, ela é
ELEGANTE.
A MULHER MADURA não quer ser
cobiçada, ela prefere ser DESEJADA.
A MULHER MADURA não possui sombras,
ela tem AURA.
A MULHER MADURA não adivinha, ela tem
PERCEPÇÃO.
A MULHER MADURA não faz sexo, ela é
mestre na ARTE DE AMAR.
A MULHER MADURA não fica, ela se
ENVOLVE.
A MULHER MADURA não é fácil, ela é
FLEXÍVEL.
A MULHER MADURA não manda, ela
ADMINISTRA.
A MULHER MADURA não aflora, ela é um
constante FLORESCER.
Enfim, a MULHER MADURA é um conjunto
de todas as belezas possíveis.
MULHER sensível, mas ao mesmo tempo
uma verdadeira guerreira, é forte, mas é feminina, porém, muitos não possuem
sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que descobrem... preferem
morrer nos braços dessa tal mulher, que não é DOCE, mas que, simplesmente é
puro MEL. =Ricardo Domingues
MORO SOZINHA, NÃO ESTOU SÓ
Tenho 92 anos e não saberia viver sem
amigas. Ao longo da minha vida, muitas já partiram. Outras mudaram de cidade,
outras ficaram frágeis, recolhidas nas suas casas.
Hoje tenho apenas uma amiga de
convivência mais próxima - e as vizinhas, que são amigas também. Não são
aquelas amizades de juventude, mas são presenças certas: sei que, se precisar,
estão ali.
As amigas trazem partes da vida delas
e levam partes da nossa.
Aprende-se sempre - mesmo aos 92.
Jogo canasta com uma das filhas e, através dela, fiz novas amizades, algumas
bem jovens. Acho importante ter amigas de várias idades. A vida vai afinando o
círculo, mas não o deve esvaziar.
Venho de uma família grande: dez
irmãos. Dois já partiram. Tinha uma irmã que era a minha irmã-amiga, e um irmão
que adivinhava quando eu precisava de colo, mesmo sem palavras.
Crescer numa casa cheia ensinou-me a
partilhar. Talvez por isso sempre me tenha sido natural fazer amigos.
Hoje moro sozinha, mas não estou só.
Tenho quatro filhas presentes, atentas, carinhosas. Todos os dias uma passa lá
por casa, ou eu vou ter com elas. Às vezes insistem em dar boleia por causa do
calor, mas gosto de caminhar. Tenho uma vista linda para o mar, pinto em
tecido, navego na internet, vejo o que me interessa no YouTube. Pago contas por
aplicativo, faço compras online.
A pandemia deixou-me mais cautelosa,
é verdade, mas não me tirou a curiosidade.
Sinto, sim, momentos de solidão. Quem
disser que não sente, não é sincero. Mas aprendi a ocupá-los com propósito.
Saio, tomo café numa confeitaria, vou ao shopping, passo fins de semana com uma
das filhas na praia. A vida social mudou, mas continuo ocupada.
Ser feliz, aos 92, é isto: ter
memória, ter autonomia e, sobretudo, ter pessoas. Porque ninguém vive só de si.
Vive-se dos laços que se constroem, e que nos constroem também.
Por: Manuela Marujo
Depois dos 60 anos, há coisas com as
quais você já não deve fazer concessões por ninguém.
Nem pelos filhos, nem pelos netos,
nem por qualquer outra pessoa.
A primeira — saúde, tanto física
quanto mental.
Sem ela, uma pessoa não vive — apenas
sobrevive.
Não vale a pena se desgastar por
aqueles que não valorizam seus esforços.
A segunda — o tempo.
A vida toda você correu por outros.
Agora é a sua vez de viver no seu
próprio ritmo — com calma e prazer.
A terceira — seu dinheiro.
A aposentadoria não é para sustentar
adultos preguiçosos.
Você trabalhou muito para agora viver
com limitações apenas para agradar aos outros.
A quarta — a paz de espírito.
Chega de se envolver em problemas
alheios e tolerar desrespeito só para «manter a família».
E a quinta — seu sono.
Sim, você ainda tem tempo.
Você não é velha — você está viva.
E enquanto há vida, há escolha.
Não se desgaste.
Depois dos 60, aqueles que realmente
te amam entenderão:
agora é sobre você — e ainda mais
sobre a habilidade de ouvir e compreender