Imagine por um instante que o tempo
se abrisse…
Que os séculos se encontrassem…
E que mulheres que mudaram o rumo da
história pudessem olhar para o mundo de hoje.
O que elas diriam às mulheres do
nosso tempo?
Talvez ouviríamos Cleópatra, rainha
do Egito há mais de dois mil anos:
"Nunca subestime o poder da sua
inteligência. Impérios temeram minha mente antes de temerem meus
exércitos."
A filósofa Hipátia de Alexandria, do
século V, talvez lembrasse:
"Defendam o conhecimento. Uma
mente livre é uma das maiores forças que uma mulher pode possuir."
Dos campos de batalha da França
medieval, Joana d’Arc diria:
"A coragem nasce quando você
decide lutar por aquilo que acredita."
Nos laboratórios que mudaram a
ciência, Marie Curie talvez aconselhasse:
"Nada na vida deve ser temido…
apenas compreendido."
Dos céus da aviação, Amelia Earhart
poderia dizer:
"O futuro pertence àquelas que
têm coragem de tentar."
Sentada em um ônibus que mudou a
história, Rosa Parks lembraria:
"Às vezes mudar o mundo começa
com um simples gesto de coragem."
A artista mexicana Frida Kahlo talvez
dissesse:
"Transforme suas dores em arte.
Sua história tem valor."
A jovem Malala Yousafzai, símbolo da
educação feminina, diria:
"Um livro e uma caneta podem
mudar o mundo."
Então surge uma voz suave, conhecida
pela humanidade inteira.
Seria Madre Teresa de Calcutá, que
dedicou sua vida aos pobres:
"Nem sempre podemos fazer
grandes coisas… mas podemos fazer pequenas coisas com grande amor."
E talvez Princesa Diana, lembrada
como a princesa do povo, diria:
"A maior força de uma mulher
está na sua capacidade de amar, cuidar e levantar os outros."
Mas a história também ecoa fortemente
aqui no Brasil.
Das batalhas do século XIX surge
Anita Garibaldi, conhecida como a Heroína dos Dois Mundos:
"A coragem de uma mulher pode
mudar o destino de uma nação."
Do coração do Império brasileiro,
Princesa Isabel, que assinou a Lei Áurea em 1888, talvez dissesse:
"A verdadeira grandeza está em
lutar pela liberdade e pela dignidade humana."
E da ciência brasileira do século XX,
a psiquiatra Nise da Silveira lembraria:
"A sensibilidade e a humanidade
também são formas profundas de conhecimento."
E talvez todas essas mulheres,
separadas por séculos, culturas e continentes, concordassem em algo simples e
poderoso:
Que cada mulher carrega dentro de si
uma força capaz de transformar o mundo.
Porque a história da humanidade não
foi escrita apenas por reis, generais ou inventores…
Mas também por mães, cientistas,
artistas, professoras, líderes, cuidadoras e sonhadoras.
Hoje celebramos todas elas.
As que vieram antes…
As que vivem hoje…
E as que ainda nascerão.
Que o futuro continue sendo escrito
por vocês.