Friday, November 17, 2017

GUIDO MOTA - PARABÉNS !

Eu não sei se escrevo Guido, Sô Guido, Prof. Guido ou Dr. Guido Fontgalland Martins Mota ou nosso querido Mestre, mas sei que foi Vereador, Prefeito, mas sobretudo uma referencia regional como Professor de Física, Química, Biologia; aliás poderia lecionar qualquer matéria, principalmente História e Filosofia, um verdadeiro Mestre (o filho do Prof. Zeca e Da Nazinha ). Fui aluno dele, um dos piores claro, não era minha praia, depois fui colega como professor na Escola Estadual Marques Afonso.

            Maria Ângela de Freitas, por favor, socorra-me! Como vou conseguir homenagear um “cara” que já é o “cara” há anos?

            Galand foi um escritor francês especialista em manuscritos antigos, outro Galland foi um general alemão.

            Falar do Guido (agora com certa liberdade de tratamento) é falar de educação, humanismo e saúde.

            Como educador foi e ainda é um incentivador dos estudantes, tendo sempre uma relação de afetividade com seus alunos, prezando sempre pela autonomia do educando. Como humanista valorizou a essência do ser humano. Sua preocupação com o conhecimento beirava à generosidade e foi ardoroso defensor da humanização de cultura. Na área da saúde foi Bioquímico do Hospital Nossa Senhora das Dores seguramente por cinquenta anos e seu Diretor .

            Como Prefeito valorizou a arte e incentivou-a dando todo apoio, além de atuar como um agente defensor da sustentabilidade ambiental. Exerceu seu mandato de forma serena, com uma administração onde valorizou a competência e a qualidade do cidadão sempre agindo com bom senso e de forma consensual com o povo de nossa Terra.


Espero que meu abraço seja uma mensagem de todos nós, que tivemos a felicidade de usufruir de uma convivênca tão benéfica.


São Domingos do Prata 17/11/2017

Thursday, November 16, 2017

PERDAS NECESSÁRIAS (Fonte de pesquisa: Judith Viorst)

Amigo é aquele que gosta da gente quando nos mostramos burros e não só quando somos inteligentes, que suporta o nosso mau humor com serenidade.

A vida é uma viagem de perdas.

A perda se inicia quando saímos do útero de nossas mães. A nossa mãe se coloca em nossa proteção em relação ao mundo exterior.

Todos precisam de mães. Contadores, Engenheiros, Pedreiros e Motoristas. O início da vida nos torna um ser a parte, não é uma tarefa fácil, fica muito mais difícil a mãe nos abandonar.

Reflitamos sobre isso e sejamos gratos e carinhosos com nossas mães.

A mãe normalmente é nossa segurança.

Mas, na realidade ela nos deixa para ir trabalhar, para ir às compras, para sair de férias ou ter outro filho. Por isso é preciso que aos poucos a criança aprenda a ter sua vida particular.

O temor à perda pode conduzir à depressão, fuga do que é nosso e de tudo que possa parecer aventura; ou seja, teme o que não lhe é familiar, e anseia sempre por proteção.

Nestes momentos é importante refletir e dar graças por esta vida.

A conexão mãe-filho nos ensina a amar, pois somos programados para amar desde o princípio.
Mas a realidade tem seu lado doloroso, pois não se pode evitar a perda de um ente querido ou um divórcio.


O medo da perda é perceptível quando alguém tem a necessidade compulsiva de tomar conta de outras pessoas; por isso é importante não permitir que nossa sobrevivência dependa da ajuda ou amor de pessoa alguma.

CARENCIA


Este articulista continua com a velha mania de tentar desvendar o sentido das palavras. Hoje o tema é "carência".
Muitos de nós entendemos a carência como uma espécie de "fraqueza", ao contrário, nada é mais próprio e inerente ao ser humano do que a carência.
Quem não gosta de ser cumprimentado com um leve e suave beijo no rosto ou ouvir que você tem algo de especial ?
A carência é uma necessidade de todos, inclusive dos animais. Sorrisos largos fazem bem ao próximo.
"Conte comigo" é outra expressão que lhe diz que tudo vai se resolver, tudo ficará bem.
As nossas mãos são as maiores mensageiras de carinho, por isso a expressão "mãos dadas".
Os apelidos também são formas de acariciar o "ego" do outro, por isto damos nome a animais, até a carros.
Examine:
Você tem pessoas calorosas por perto ou será que elas até estão, mas você as afasta ?
Conclusão : Como a afetividade é essencial à vida, a sua não realização poderá causar danos em nossa saúde física e mental.

Tuesday, November 14, 2017

SÁ MUNDICA E A TECNOLOGIA

Era alegre e espirituosa, possuía uma pequena dificuldade em movimentar o braço esquerdo. De nascença, dizia Ela.

Quando não conseguia fazer algo ou efetuar algum trabalho dizia: “sou completamente ' imbecil ' quanto a este assunto”.

Certa feita foi inquirida por uma jovem como era a vida  antigamente, sem computador, celular e outros eletrocosmogônicos de hoje.

-“Ah ‘mia fia’ era muito diferente, mas era bem bão, sentávamos na beirada dos passeios às tardes, brincávamos, andávamos de bicicletas, bebiamos água na bica, andávamos descalças, recebíamos visitas dos tios e primos, beijávamos a mão do padre pedindo ' bença '  e a nossa professora era como uma segunda mãe. Fazíamos orações em família, respeitávamos os mais velhos e ajudávamos nas tarefas de casa”.

A moça perguntou-lhe:

- “A senhora era feliz?”

E Sá Mundica:


-“Dimais, dimais mia fia, só cê vendo pra crer”.

REFLEXÃO EXISTENCIAL

Na vida por vezes culpamos a tudo e a todos, menos a nós mesmos.

Analisando o cotidiano há que se compreender que as pessoas não estão no mundo para nos agradar . 

O que você escolhe sentir é escolha sua. Outro fator que nos prejudica é a necessidade da aprovação alheia para tudo, isto é buscar sofrimento desnecessário.

Devemos treinar nossa mente para aceitar que nós não temos controle de nada, nem domínio sobre os outros. Estamos sempre tentando agradar o outro e para isto até nos deformamos.  Importante levar em consideração as atitudes dos outros,  pois palavras o vento leva.

Uma coisa muito séria é o nosso desejo de que tudo deve ser do jeito que queremos. Isto não existe.

Lembre-se: TUDO É PASSAGEIRO

Ninguém é responsável por nosso bem estar, isto depende cada um, não há como alguém se alimentar para saciar a fome alheia.


Concluímos sempre alertando que viver com simplicidade, sorrindo mais, sem levar tudo a ferro e fogo, desfrutando a  vida com leveza é o grande segredo.

Monday, November 13, 2017

Como é triste, chegar na casa da mamãe e não vê-la. Pior sensação, sinto que a casa está mesmo sem vida. Reafirmo aqui o papel da mãe num lar, sem sombra de dúvida, ela é a Rainha do Lar, sem ela em casa, não é nada.

REFLEXÃO (BAMBU CHINÊS)

Lendo um texto de Zái Jiàn que analisa o provérbio chinês “Não há que ser forte. Há que ser flexível”.

A semente  plantada do bambu chinês, não se vê, apenas o broto pode ser percebido, o crescimento é subterrâneo, ao final de cinco anos o bambu pode atingir vinte e cinco metros. Isto comprova a necessidade da paciência.

Como sabemos o bambu balança com o vento valendo-se de sua flexibilidade. Ao aceitar a força do vento ele se curva e retorna a posição original, sem nunca se quebrar.

Quantas vezes o ser humano teve que se dobrar para manter a dignidade e seguir em frente?

Prestemos atenção neste movimento do bambu, ele nos remete à vida, às relações profissionais, aos relacionamentos com amigos e o(a)  parceiro (a), inclusive com a família.


Concluímos que a flexibilidade nos mostra outras dimensões, porque a rigidez bloqueia a nossa visão e inibe a leveza e naturalidade com que a vida deve ser saboreada.

Wednesday, November 08, 2017

PAIS E FILHOS ( II )

A palavra "bellum" (do latim) significa "guerra". Dela surgiram em português as palavras: bélico, belicosidade e beligerante, todas com sentido de conflito (ou seja, guerra).

Introduzido este termo, vou seguindo o meu caminho, ciente de que o pouco que construí não é passível de ser roubado, o medo de perder é frágil. Nada tenho a trocar, pois vivo para aprender. Vender, muito menos, nada me pertence, tudo me foi emprestado. Ando viajando com a mente, acompanhado de boas lembranças. Conhecer gente é o meu lema. Desejo deixar um pouco de generosidade e nada de comportamento belicoso, sou da paz.

Feitas estas considerações lembrei-me de ter lido a respeito de Santa Mônica (tida como padroeira dos pais e mãe de Santo Agostinho) que nos provou com sua vida que realmente tudo pode ser mudado pela força da oração pois o marido era violento, rude e pagão. Como se não bastasse o filho mais velho, Agostinho, era dado a vícios, orgias e desrespeito para com o próximo, embora muito inteligente e com uma inquieta busca pela verdade, envolvendo-se sempre em muitas mentiras e meias verdades. A mãe Mônica nunca desistiu do filho e por Ele orou por vinte anos, o que resultou em sua conversão, tornando-se Bispo e Doutor da Igreja.

De certa forma este fato guarda certa relação com o hoje, pois a opção pela oração é pouco praticada neste mundo corrido e competitivo. A tenacidade da busca e o silêncio são bons companheiros. Há que se considerar que quando nos tornamos pais não recebemos uma “bula” de como fazer o melhor quanto a educação dos filhos, nem estudar em Harvard é garantia de acerto. Não há dúvida de que cada pessoa é única, e podemos até achar que não estamos fazendo o melhor, e pode  ser verdade. Recriminar sempre não é a solução, silenciar-se pode ser importante, assim como elogiar quando o filho merecer, e agradecer a Deus.

Sabemos que é impossível controlar tudo a nossa volta, mesmo porque respeitar o outro é necessário.

Tentar impor ao outro o pensamento da gente é uma ação constante do ser humano, por isso discussões sobre religião, política e futebol na maioria das vezes são inócuas. Se alguém nos machuca, dê-se um tempo e busque perdoar. Partir para o confronto é buscar “guerra”, aliás, já temos guerras demais, todas fruto da ganância, da ambição e do poder. Terrorismo não combina com religiosidade.


Feitas estas considerações lembramos-nos de alguns pensadores e filósofos como o suíço Jean Jacques Rousseau, Locke e tantos outros com teorias como: “o homem é bom, a sociedade é que o corrompe”, ou “a tendência do homem é para o mal, Ele está sempre tentando subjugar o outro, como os animais na cadeia alimentar pela sua sobrevivência ".


Outro fato interessante é que a gente quer sempre estar certo, ter razão, daí a nossa dificuldade em ouvir e analisar outras proposições, evitando-se valer da opressão.

O ser humano é passível de erro, onde Ele estiver estará também a possibilidade do errar. A imperfeição é característica humana, portanto procurar o(s) culpado(s) de um erro não resolve. O que é importante é o que fazemos com o que nos acontece, com o que vem para nós. O passado não pode ser mudado, “seria serrar serragem”, o que importa é o que é  ideal para o  presente, tendo  em vista  um futuro melhor. Nosso comportamento tem dupla capacidade, podemos contaminar o nosso próximo para o mal, mas podemos fazê-lo também para o bem.

Por fim, se os problemas pudessem ser resolvidos pela violência, gritos e chutes, com licença da expressão o ideal seria aplicar “a filosofia da porrada”, o grande lutador Maguila poderia ter sido o Presidente da República ou o Anderson Silva, lutador de UFC. Só que hoje você joga o seu adversário ao chão, encosta-o às cordas, vence-o, mas amanhã aparecerá outro para lutar com você, , o que obrigará a usar a violência novamente.

Concluindo, o que resolve é a sabedoria, a educação e o diálogo. Aproveito para contar um fato que ocorreu comigo vindo de Divinópolis, num fusca mais velho quando fui interceptado por um policial fiscalizador, que após verificar tudo; daleu-me o sinal de que estava tudo bem, porém repentinamente voltou-se e disse-me:

 -“Esqueci-me de olhar o extintor de incêndio!”. 

Verificado,  foi constatado que estava vencido. 

Então, disse-me ele:

- "E agora? "

Respondi-lhe:

-" Por favor, faça a multa, estou errado e devo ser punido".

Ele então,  um pouco surpreso,  falou-me assim:

- " Interessante, esperava que você pronunciasse a famosa frase: “Quebra um galho aí”.

Disse-lhe:

 - " De jeito algum, contra  fato não há argumentos ".

Neste momento ele passou os olhos pelo banco traseiro do carro e viu códigos, livros e pastas e perguntou-me de onde eu estava vindo.

- Respondi-lhe que vinha de Divinópolis, onde estudava Direito.

Ele então acrescentou:

- "Então você tem conhecimento das leis? "

 Respondi:

- "Sim, por isso admiti meu erro imediatamente e não posso compactuar com meus próprios erros ".

Então Ele disse-me:

- "Por seu modo de agir corretamente e de forma
 educada, pode ir e reabasteça o extintor logo que chegar em sua Cidade."

- "Obrigado", respondi-lhe.

Conclusão: Temos que ser humildes e admitir nossos equívocos e não tentar subornar o outro,  usando desculpas inaceitáveis.


***


Agora um pouco de humor: “Seria como tentar explicar o batom na cueca, os 7 a 1 para Alemanha contra o Brasil na copa de 2014 ou os 51 milhões em dinheiro encontrados num apartamento em Salvador – BA. 
"E agradeço a Deus, todos os dias, por me salvar de mim mesmo."

Tuesday, November 07, 2017

FOTOS SÃO DOMINGOS DO PRATA 1958





O OFENSOR E O OFENDIDO


O instinto natural é dar o troco com a mesma deselegância. Ficar indiferente, fechar a cara. A diferença de uma pessoa boa para uma que não percebe a maldade cometida é que a pessoa boa é respeitosa, sabe relevar, mesmo machucada; e a pessoa que machucou tem dificuldades em compreender a gravidade da sua conduta.
No caso de um pai que é desrespeitado e tratado com grosseria pelo filho, longe está a reação de pagar com a mesma moeda.
NÃO PRECISAMOS SER IGUAIS E PAGAR O MAL COM O MAL.
A religiosidade nos ensina a vencer o mal com o bem, ou seja não se assemelhando ao outro porque a vingança procede da fraqueza da alma, sem misericórdia, compaixão e sensibilidade.
A vingança é uma tentativa de se mostrar forte, é preciso confiar que a justiça do Pai se fará presente.
A oração nestas horas tem efeito reparador e consolador, perseverar nela é a melhor alternativa.
Cuidar para evitar a ira é entender que ações incorretas e desumanas nunca têm bom exito.
O ofendido deve apenas abençoar, manter uma conduta honesta, íntegra, perdoando sempre sem ater-se ao mínimo de pedras atiradas pela humilhação.
Remoer ou alimentar intrigas, desavenças não fazem um ser humano melhor, este é o melhor exemplo que podemos seguir.

Monday, November 06, 2017

PAIS E FILHOS

As mães não exigem que os filhos sejam uns primores de pessoas, mas esperam que sejam minimamente civilizados.

Toda mulher foi filha antes de ser mãe, mas só entenderão a maternidade depois que ela acontecer. A alegria da mulher na gravidez é uma graça divina, mas as dores sofridas normalmente são inimagináveis, além da preocupação com o bem estar do filho (ou da filha) depois do nascimento, e essa preocupação não acaba nem mesmo quando ele(ela) se tornam adultos. Isto é inerente aos pais.

Uma grande alegria da mãe ou do pai é quando estes filhos adultos lembram-se de que eles existem, mesmo que seja de vez em quando e principalmente quando já estão mais velhos, doentes e até mesmo solitários.

A mãe, especialmente, costuma sentir-se um pouco frustrada pelo que não conseguiu ou consegue fazer para ajudar os filhos, sem se preocuparem se realmente merecem ou não.
Na vida é quase impossível encontrar uma mãe que não ficou sem dormir por uma ou várias noites por causa de algum filho ou filha. Que ela chorou quando tinha febre, dor de barriga e que ela não conseguia sanar ou minorar. Não é incomum que os pais fiquem acordados quando os filhos estão em uma festa, ou não avisaram onde estão. Preocupam-se quando os filhos se metem em encrencas na escola, no trânsito, no trabalho ou em brigas de rua.

E quando os filhos adoecem mais seriamente é inimaginável a dor dos pais; das mães então, impossível dimensionar.

Pensamos que é importante que os filhos saibam disso e reflitam.

Eu já fui filho, criança, adolescente, adulto solteiro e adulto casado; avô ainda não; mas por quantas vezes devo ter sido impaciente com meus pais e lhes respondido até com relativa grosseria? -  Não passei incólume por estes erros. Infelizmente nas maioria das vezes preocupava-me comigo, com a namorada, amigos, festas, viagens; isto não é de tudo anormal; e os pais até compreendem que eles estão alçando novos voos, mas que isso não os impeça – mesmo que de vez em quando-  pensar sinceramente, pelo menos um pouco, nos pais e no que a estão verdadeiramente sentindo. Nunca será tarde para fazerem isso, comecem agora, procure-os (pai e mãe) e dê-lhes um abraço, vocês não imaginam o quando isto os fará felizes.

Não se esqueçam, as mães e os pais são pessoas normais, com todos os sentimentos como qualquer ser humano, e por tudo que fizeram, merecem ter o reconhecimento dos filhos.

Pesquisa: Luiz Higino Polito (Especialista em Oratória e Didática).

Para minha mãe, 

Tem palavras que chegam como um abraço... e tem abraços que não precisam de palavras - NOSSA ESTRELA GUIA DESDE 07-10- 2009


Petrônio

CRISE DA MEIA IDADE


Depois dos cinqüenta anos, é comum que o ser humano se defronte com o tema: “término da vida”. Grande parte da viagem já foi feita, é hora de reconsiderar prioridades, e como viver o ocaso da vida.
Durante a vida nos ocupamos com a realização material, plano previdenciário, economizar, educar filhos; ficando os projetos pessoais relegados a segundo plano. Com a meia idade começa-se a pensar em se dedicar a uma arte, nova profissão ou ocupação, viagens, benemerências, menos compromissos, dosar responsabilidades.
A reavaliação torna-se inevitável, podendo até ocorrer um certo descontentamento em seu relacionamento íntimo.
O declínio da juventude insinua a busca pela manutenção da aparência física (plástica, ginástica ) podendo ocorrer desequilíbrio entre o corpo e a mente.
Concluindo, a crise da meia idade deve ser encarada com autoconhecimento para que se consiga diminuir as ameaças ao relacionamento afetivo, evitando-se fadigas desnecessárias, depressões ou até sentimentos de culpa pelo passado.


NB- NÃO TENHO A AUTORIA.